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Setor siderúrgico espera recuperação para 2017 e ainda mira ações contra a China

A indústria siderúrgica começa a esboçar sinais de otimismo, mesmo com a recessão econômica no Brasil e o excesso de capacidade global. Porém, a China continua no epicentro das discussões como o principal vilão do setor.

O país asiático é um paradoxo: consome metade da produção global de aço e, ao mesmo tempo, possui o maior volume de excesso de capacidade do insumo, cerca de 61% do total no mundo.

"A China não reduzirá sua capacidade instalada de aço no curto prazo", disse o presidente da Associação Latino-Americana de Aço (Alacero), Jefferson de Paula, em evento da entidade realizado no Rio de Janeiro nesta terça-feira (25).

Segundo a Alacero, é preciso uma mobilização das siderúrgicas da região principalmente contra as aciarias chinesas, que praticam "preços desleais". "Só em 2016, foram iniciados 180 processos contra práticas desleais no setor e 60% dos casos envolvem siderúrgicas chinesas", disse de Paula.

Ele acrescentou que apenas cinco desses processos foram iniciados por empresas latino-americanas contra companhias chinesas. "A reação ainda parece muito pequena nos processos e vemos que EUA e Europa estão fazendo mais. Nós estamos tímidos nessa questão", destacou.

Na visão do dirigente, é preciso "definir e aplicar uma estratégia integral frente às importações chinesas, reforçar o combate ao comércio desleal, utilizar políticas aduaneiras eficientes e efetivas que garantam o cumprimento dos padrões de qualidade exigidos e, por último, reforçar a cadeia de valor com a indústria manufatureira".

Consumo

A Alacero prevê um crescimento da economia global em 3,4% para 2017, o que deve puxar uma retomada do mercado siderúrgico. Com isso, na América Latina, a entidade projeta expansão de 3,6% do consumo de aço no ano que vem. O Brasil deve registrar aumento de 3,8% da demanda.

Na visão de dirigentes da Alacero, "há fortes sinais de que o pior já ficou para trás e que o Brasil está caminhando a passo firme para recuperar as perdas." De Paula acrescentou ainda que as expectativas para o próximo ano "são animadoras" no mercado brasileiro, apoiadas por uma vontade política "de sair da crise.

Fonte: DCI    

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